Sabias que…

Untitled-3A magia realizada pelos peixes, de conseguir nadar em todas as direções e permitir que não venham à superfície, deve-se a um órgão especial que possuem, que se chama Bexiga Natatória. Este órgão tem a função de controlar a profundidade a que o peixe quer nadar, ou seja, através da contração ou expansão desta “bolsa de ar”, o peixe consegue controlar a sua posição vertical, indo para a superfície ou mantendo-se nas profundezas, controlando, desta forma, a sua localização. No ato da contração, o ar interior é expelido e o peixe pode descer até maior profundidade. No ato da expansão, a quantidade de ar é superior, o que torna o peixe mais leve, o que permite subir até à superfície. O Tubarão Bala é um peixe de aquário que gosta muito de “correr” como uma bala, daí o seu nome. Por vezes, nas suas correrias, bate nas paredes do aquário e desmaia durante alguns segundos, tal é a sua velocidade.


Os Bettas (Combatente Siamês) são peixes que, para se reproduzirem, seguem um ritual muito amoroso. O macho tem de “abraçar” a fêmea, que, posteriormente, põe os ovos. Só depois é que o macho os fecunda, para que nasçam muitos peixinhos bébés. Este é um dos rituais de fertilização mais românticos entre os peixinhos.

O formato e a localização da boca dos peixes são diferentes de peixe para peixe. A boca é em local diferente do corpo, dependendo das zonas onde os peixes se alimentam, isto é, se gostam de se alimentar no solo, a sua boca encontra-se numa posição em que é mais fácil de se alimentar na posição vertical e vice-versa.

Existem diversas espécies de peixes: ovíparas, que põem ovos para se reproduzirem; omnívoras, que criam os embriões e, no ato do nascimento, os peixinhos já estão completamente formados; e hermafroditas, ou seja, podem realizar as funções do macho e da fêmea.

Existem algumas espécies de tubarões que são ovíparas. Põem os ovos e, posteriormente, o macho fecunda-os. Há, ainda, tubarões omnívoros, que desenvolvem os embriões dentro da sua barriga e, quando a fêmea os expele, os tubarões bebés nascem, já, totalmente, formados.

Existem espécies de aquário, como por exemplo, a lagosta Azul, que muda de carapaça, à medida que vai crescendo. A carapaça pequena vai caindo, dando lugar a uma nova, que lhe proporciona mais espaço para crescer.

A utilização de solos claros tem que ser bem equacionada, pois, existem algumas espécies de peixes, que mediante estes solos, mimetizam-se e tornam-se muito pálidos.

Existem algumas espécies de peixinhos dourados, que gostam de viver em tanques exteriores e que hibernam durante o inverno, porque está muito frio. O seu corpo flutua, no fundo do lago, para não gastar muita energia.

As algas marinhas são organismos importantes para a saúde do planeta, pois servem de refúgio para muitas espécies, permitindo a reprodução e proteção de espécies mais pequenas e, ainda, realizam a fotossíntese.

Algumas espécies mudam de sexo, ao longo da sua vida, tendo como causa, o seu habitat, a falta de outro género dentro do aquário, a sua idade, etc.

A palavra aquário provém do latim. É a junção da palavra água + lugar.

Estima-se que existam cerca de 22 000 espécies de peixes diferentes, em todo o mundo.

As escamas dos peixes são formadas aquando do nascimento do peixe e duram toda a sua vida, sendo sempre as mesmas.

Os ouvidos dos peixes, para além de lhes permitir ouvir, também, têm a função de controlar o seu equilíbrio.

Os bebés dos peixes são muito conhecidos como “juvenis”.

Em muitas espécies de peixes pode diferenciar-se o macho da fêmea através da coloração mais baça das fêmeas. O tamanho de algumas fêmeas é superior ao tamanho dos machos, dando-lhes, assim, uma maior capacidade física para carregar os ovos.

Os peixes bebem água.

Os peixes de água salgada não sobrevivem em aquários de água doce, podem mesmo explodir, em casos extremos.

 

 

Apoios: aquario municipal_do_funchal